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  • Contato Brasil, 11 de dezembro de 2018 06:51:22
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Política de Brasília para Brasília
  • 23/07/2018 14h35

    ESPORTE EM ASCENSÃO – Times de futebol americano, como o “Brasília V8”, apostam em parceria para popularizar esporte em Brasília

    Equipes e Federação buscam patrocínio para incrementar Campeonato de 2019

    Brasilia V8 se organiza e quer formar gerações( Foto: assessoria)

    Atletas, clubes e entidades do futebol americano decidiram juntar força e arregaçar as mangas e sair em busca de parceiras para popularizar entre os brasilienses um esporte que a cada ano tem tido mais adeptos e caído no gosto dos desportistas de todo o País: o futebol americano.

    Na Capital do Brasil, um time vem sendo responsável pela difusão deste esporte entre, crianças, adolescentes e jovens: o Brasília V8

    “É um dos times mais antigo de Brasília e do cenário federal. Foi criado em 2008. Inicialmente, os treinos eram na Funart, próximo à Torre de TV, através de um grupo de amigos, que depois resolveram tornar essa prática profissional”, explica o jovem Eduardo Alcântara L’Orican, que representa a equipe na Federação Brasiliense de Futebol Americano.

    L’Orican disse que entrou no time três anos depois, em 2011, como jogador. “Não entendia nada de esporte americano, como a maioria das pessoas que entram nesse esporte”, confessou.

    Dia de treinamento em Centro no Guará 2(Foto: assessoria) 

    Segundo ele, desde então o Brasília V8 vem crescendo, mesmo “com seus altos e baixos” e se mantendo como um time característico na Capital federal.

    Formação

    Em 2017 o time inaugurou uma escolinha de formação, envolvendo crianças e adolescentes, mas não chegou a ir adiante “por questões administrativas”, diz ele. Mesmo assim chegou a ter 24 anos participantes, sete deles estão hoje no time principal. 

    O grupo resolveu retomar com a escolinha este ano. “Vimos que esse é um caminho para podermos popularizar este esporte, junto às crianças, entrando nos colégios. Já tivemos parceria com o GG do Guará, que é um colégio público”, revelou

    A ideia da escolinha, segundo L’Orican, “é abrir um leque maior para a pessoas nos visitarem, conhecer o esporte. Trazer o pai e a mãe das crianças, a comunidade do Guará, onde estamos agora, para dentro da escolinha. E nada impede com que a pessoas que estão na escolinha subam, para o esporte principal”, acentuou.

    O Brasilia V8 quer formar jovens( Foto: assessoria) 

    Campeonato

    L’Orican informou que já existe uma federação local para este esporte. Devidos as dificuldades financeira e falta de apoio, este ano não possível a realização do Campeonato Candango de Futebol Americano.

    “Sofremos com a questão de verba, patrocínio, e é muito oneroso jogar aqui em Brasília”, disse L’Orican, lembrando que os equipamentos são muito caro “e nem sempre a gente tem condições de colocar os atletas equipados”, completou

    Para 2019 já tem um calendário definido para o campeonato. O sorteio dos times será feito nos próximos dias e devem participar cerca de sete equipes.

    Segundo ele, o Brasília V8 já foi campeão do campeonato candango, o primeiro que existiu, em 2014. “Houveram duas/três edições depois, mas o campeonato cresceu, os custos cresceram e a competição parou ano passado e este ano”, disse.

    “Já estamos inscritos para o campeonato de 2019. A gente vem crescendo e vamos atrás do melhor resultado possível. Já vemos embalados há um bom tempo. A gente está numa ascensão”, completou.

    O time vermelho e o time preto do V8 em dia de treinamento( foto: assessoria) 

    Expectativa

    A expectativa de L’Orican é que por estar bastante regionalizado – com time de Goiânia, Taguatinga, Asa Sul, Guará e outras localidades – o campeonato de futebol americano do próximo ano seja bem disputado.

    “A Federação tem trabalhando para ter uma estrutura melhor com relação aos times e ao próprio campeonato. E no ano que vem, como será um campeonato com maior número de times envolvido, tende-se a ser bem disputado e as pessoas vão querer ir para estádios torcer pelo seu time. A regionalidade criar muito essa competitividade entre as equipes”, acentuou.

    ( da redação)